O problema em um número
109 dos 150 prescritores em risco — 73% da carteira. A tela abre com a conta que ninguém tinha: quanto do relacionamento está escapando agora, não no fim do trimestre.
O Midora Visita mostra quais prescritores da sua carteira estão sem visita válida, qual é a próxima ação para cada um, e o que a equipe de campo realmente executou — em um só lugar, no celular e no painel.
Quase nenhuma farmácia sabe responder isso com um número. Não por descuido — porque a informação está espalhada entre planilhas, cadernos e a memória de cada propagandista. É a perda que não aparece em relatório nenhum: um prescritor que ia bem, parou de prescrever, e ninguém percebeu a tempo.
O primeiro trabalho do Midora não é registrar visita. É tornar essa lacuna visível.
A sequência é proposital: começa em quem é o prescritor e termina na próxima ação concreta.
Dez telas do aplicativo, na ordem em que o campo usa. O aparelho troca sozinho conforme você desce — ou toque em qualquer etapa para ir direto.
109 dos 150 prescritores em risco — 73% da carteira. A tela abre com a conta que ninguém tinha: quanto do relacionamento está escapando agora, não no fim do trimestre.
O sistema separa por faixa de tempo — 30, 60, 90 e 120 dias sem visita válida. Deixa de ser sensação e vira lista com nome e prazo.
A evolução mês a mês da carteira coberta. É o gráfico que troca a reunião de relato por uma conversa sobre decisão.
Cada alfinete é um prescritor da carteira. O mapa mostra a operação inteira — e serve de base para o check-in por GPS confirmar que a visita aconteceu onde diz que aconteceu.
O roteiro inteligente combina proximidade, elegibilidade e compromissos agendados, e entrega o briefing de cada parada. O propagandista começa o dia sabendo, não decidindo.
Prescritor, tipo de interação, status e a próxima ação. Feito no campo, entre uma visita e outra — e funciona sem internet, subindo quando o sinal volta.
O histórico completo fica na empresa: o que foi tratado, o que foi combinado e o que ficou pendente. Quem assume a carteira depois começa com o contexto pronto.
O Midora Orienta devolve a próxima ação recomendada e o motivo da prioridade. É a camada que nenhum CRM genérico tem, porque depende do histórico da própria farmácia.
Para cada pessoa da carteira: o resumo do relacionamento, o objetivo sugerido para a próxima visita e o grau de confiança da recomendação.
Da ficha do prescritor saem a dica de material, o Midora Orienta, o Midora Voice e o WhatsApp. Sem trocar de aplicativo, sem perder o fio.
O Orienta lê as oito dimensões e o histórico do prescritor e devolve, para a visita de hoje: a próxima ação recomendada, a pergunta estratégica que vale fazer, a objeção provável, um microcompromisso possível e o nível de confiança da própria sugestão.
A IA orienta. O propagandista decide. A empresa valida. E a segurança mantém os dados de cada cliente isolados.
Disponível nos planos Gestão e Performance.
O Midora Voice é a camada de conversa do Midora. Ele entende o que o propagandista diz, registra a visita e responde perguntas sobre a carteira — por escrito ou por voz, no celular, entre uma visita e outra.
As telas acima são do ambiente de demonstração. Todos os nomes de prescritores são fictícios — por isso aparecem com “Fake” no meio do nome.
Cobertura deixa de ser assunto de reunião e vira progresso visível no dia dele: nível, missões curtas e a origem de cada ponto. A ferramenta trabalha a favor de quem usa.
Sabe quanto da carteira está coberta, quanto custa a operação de campo e o que ela devolveu. Decide com número, não com relato.
O que muda para o proprietário →Vê onde priorizar antes da semana começar, acompanha a execução sem cobrar por WhatsApp e chega na reunião com o assunto já lido.
O que muda para o supervisor →Chega na visita sabendo o que foi combinado antes e o que fazer agora. O trabalho bem feito fica registrado — e comprovado.
O que muda para quem visita →Nenhuma das duas se resolve baixando preço. As duas se resolvem com relacionamento bem organizado — e com informação que a empresa inteira consegue usar.
Coloque os seus números. Os valores abaixo são só um exemplo para começar.
Custo do Midora para esse time, no plano Gestão: R$ 1.588 por mês.
A receita em risco é 13,6× o custo da ferramenta.
Recuperar 1 desses prescritores já paga a assinatura do mês.
“Consigo organizar a minha rotina e ser muito mais assertiva e produtiva. Tenho a relação de todos os meus prescritores com elementos visuais que me lembram quais eu já visitei e quais preciso visitar — e o histórico da última visita, o que foi feito e o que planejei para a próxima.”Jessica Grigoletto · Farmacêutica e visitadora
Software sozinho não muda rotina de campo. Todos os planos incluem a trilha de adoção que faz a equipe usar de verdade.
Assinatura mensal, sem taxa de implantação. A ativação dos acessos é assistida pela nossa equipe. Ver o comparativo completo dos planos.
Planilha é depósito passivo: ela guarda o que você digitou e não avisa nada. O Midora processa. Ele sinaliza a lacuna de cobertura, o prescritor que esfriou e a próxima ação pendente — sem ninguém precisar abrir e conferir.
Planilha registra. O Midora gerencia.
Sabe mesmo — e essa leitura de campo é valiosa demais para ficar só na conversa. Quando ela está registrada, deixa de ser conhecimento de uma pessoa e vira insumo de decisão: dá para planejar campanha, priorizar especialidade e dividir território com critério.
Para quem visita, o ganho é imediato: chega na próxima conversa com o histórico na mão e não perde tempo reconstruindo o que já sabia. E o trabalho bem feito fica visível para a empresa, com nome e número.
Essa é a objeção certa, e é por isso que o registro foi desenhado para ser feito no carro: o lançamento de uma visita leva menos de 30 segundos, e funciona sem internet — o dado sobe quando o sinal volta.
É também por isso que a trilha de adoção vem em todos os planos, e a implantação começa com um piloto de um gestor e até três propagandistas, antes de abrir para o time inteiro.
Não há cláusula de fidelidade. Se a ferramenta não estiver entregando valor, você cancela.
A posição é deliberada: cliente se retém por resultado, não por contrato. Se precisarmos de multa para você ficar, o problema é nosso.
Não. O cadastro dos prescritores é importado a partir de um arquivo CSV — nome, registro profissional, especialidade, contato e endereço de atendimento entram de uma vez, em cerca de uma semana.
O que não se importa é o histórico de relacionamento que nunca foi escrito em lugar nenhum. Esse a equipe constrói a partir do primeiro dia de uso, no ritmo dela.
Não. O Midora Orienta trabalha exclusivamente com o que a sua equipe registrou: histórico de visitas, o CRM do prescritor e o que foi combinado na última conversa.
Isso é uma escolha de arquitetura por dois motivos — a LGPD limita a raspagem de dados pessoais de terceiros, e nenhuma informação da sua farmácia pode virar insumo para a inteligência de outra.
Tem — e ele resolve agenda e cadastro. O que os ERPs não fazem é o que decide a receita: mostrar a cobertura da carteira por faixa de tempo, orientar a próxima ação por prescritor e formar a equipe para executar.
O Midora conversa com a sua operação em vez de disputar com o ERP.
Não, e a diferença é deliberada. O check-in por GPS existe para dar integridade ao dado e comprovar o trabalho de quem faz bem feito — não para fiscalizar deslocamento.
Quem usa bem o Midora aparece melhor, não pior.
Sim. O isolamento entre empresas é requisito de arquitetura, não configuração: cada cliente só alcança a própria base. Nenhuma informação de prescritor ou de paciente circula entre contas.
A implantação tem cinco etapas: diagnóstico da operação atual, configuração de perfis e segurança, treinamento, piloto com um grupo pequeno e, só então, expansão para o restante da equipe.
O piloto existe para você validar em campo antes de comprometer o time inteiro.
O Midora Visita é o produto de tecnologia da Collabe, consultoria de gestão para farmácias magistrais. A metodologia que está dentro do software é a mesma aplicada em consultoria — construída na operação real de farmácia, com equipe de campo de verdade.
É o mesmo conteúdo que a Collabe leva a congressos e formações do setor — e que sustenta o método dentro do produto.
São oito perguntas sobre a sua operação. No fim você vê o índice de gestão da sua visitação, a estimativa de quantos prescritores estão fora do prazo de cobertura e as três ações que mudam isso primeiro. Leva dois minutos e não pedimos e-mail.
Sem compromisso e sem cartão. Atendemos farmácias magistrais em todo o Brasil.